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15 setembro, 2008

Garota Enxaqueca

Ontem, enquanto passei o dia em casa, de pijama, da tv para o laptop e vice-e-versa, descobri coisas fantásticas na net e filmes bostinhas na nossa dvdtéca. E descobri também que posso passar o dia inteiro de mal-humor e sem vontade de falar. Simples assim!
Fiquei só em casa, marido Oscar passou o dia na rua pra sorte dele... e minha!
Na net descobri um blog chamado
Salada de Fruta, muito show! O autor é jornalista da revista Época e tem umas tiradas excelentes sobre diversos assuntos. Dentro do Salada de Fruta, descobri o T.U.D., que significa te dou um dado? E é assim, um tanto quanto escrachado, mas igualmente bom ao do Denerval (autor do Salada), e o Papel Pop que é também de um jornalista, viciado em música, cinema, e ídolos pop.
Já na nossa dvdtéca... Tsc, tsc! As coisas não foram tão legais assim. Assisti seguidamente 3 filmes durante a tarde: Um divã em Nova York, Evidências de um crime e Maria Antonieta.
Nenhum dos três me agradou e pode meter a lenha em mim, se alguém adorou algum! A propósito, metam à lenha e me expliquem o que foi que agradou, porquê achei tudo ruim! Tá certo que eu não estava no meu melhor domingo, mas já tive domingos ruins assim e a salvação foi o filme!
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Parei!

07 maio, 2008

Já joguei as chaves fora!!

Ando sumidinha... É o tempo: Tempo curto! Ou melhor, má administração do tempo!

Pra ser sincera, ANDO DE SACO CHEIO!! Do meu trabalho, dos manda-chuva, dos batatinhas, da monotonia que minha vida se tornou, da minha vida sentimental e sexual com gosto de chuchu sem tempero, da minha conta-bancária hiper falida. De tudo!
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Acho que estou de mau-humor!


Sábado, assistimos ao filme que eu tanto queria ver: UM BEIJO ROUBADO, nome origi in english: My Blueberry Nights (tudo a ver, of course!!!)

Sinopse: Elizabeth (a cantora Norah Jones) levou um pé na bunda do namorado e passa as noites no café de Jeremy (Jude Law), que coleciona chaves deixadas no balcão por casais que se separam. Uma noite Elizabeth exagera na bebida e na torta de blueberry e dorme no balcao. Jeremy aproveita e rouba-lhe um beijo. Depois, a mocinha resolve deixar Nova York e parte em busca de paz no coração entregando-se ao trabalho nos mundos que a desconhecem. Nessa epopéia romântica, é jogada no centro de histórias de perda, que colocam sua dor em segundo plano. Acaba esbarrando em peoples mais solitária que ela e vai aprendendo um pouco com cada um deles - um policial alcoólatra, a ex-mulher do policial, e uma compulsiva jogadora de pôquer. Parte, mas não deixa de manter contato com Jeremy. Através de postais (oi?!?), vai contando ao amigo de suas aventuras e desventuras na estrada.

O começo me deixou meio entediada, acho que foram uns 20 minutos de filme, no mesmo local, um café que descobri fuçando o pai dos fuçadores (google), que o café pertencente a Jeremy (o mocinho lindoooo - Jude Law), chama-se Klyuch. Trata-se da palavra CHAVE em russo.

O final do filme, tem uma frase bem legal, mais ou menos assim: “...Atravessar a rua, depende do que te espera do outro lado dela.”

Elizabeth foi trocada por outra mulher pelo seu amor e não aceita. Procura vasculhar os detalhes interrogando o dono do café localizado na esquina da casa do ex-namorado.

Lembrei-me de quando levei o maior pé na bunda da história da minha vida e fiquei vagando pelo mundo e pelas minhas lembranças, interrogando tudo e todos, tentando entender onde foi que eu errei! Só não encontrei no caminho, um Jude Law da vida, fantasiado de Jeremy... Mais aí são outros quinhentos. Posso dizer que encontrei outros tantos clones de Law ou não Law´s, mas que não me acrescentaram nada na tal pesquisa do porque fui deixada/trocada. A mocinha do filme sai da cidade em busca de respostas, mas ás vezes, nossas respostas estão tão próximas e não enxergamos. No meu caso, não sai da cidade (mas bem que quis) e nunca encontrei as respostas para minhas perguntas (acho que encontrei sim, mas não quis aceitá-las!). No balanço final a conclusão que cheguei foi: Fui trocada, ponto final! Daí, deixei de guardar as "chaves". Joguei-as fora, definitivamente!

Mas aprendi, nos dez anos que “pesquisei” que quase todas as pessoas que já passaram dos trinta anos, coleciona histórias de amor que não terminaram bem.

Todos iguais, todos iguais, mas uns mais iguais que os outros...

10 abril, 2008

Ahhh... o amor!



Precisa dizer mais?

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Ontem assistimos O amor nos tempos do cólera, baseado no livro de Gabriel Garcia Marques (que eu ADORO!). O filme é bonito, achei um pouco enfadonho, mas a estória de esperar um amor por mais de 50 anos, é linda! No final, a paisagem, a poesia... E quando fui dormir, fiquei pensando sobre o amor, sobre como algumas pessoas se entregam totalmente e outras são tão desprendidas. Como o amor, ou o "achado" do amor, pode destruir ou pode construir um ser humano. Xiii, já tô escrevendo besteiras. É melhor eu me concentrar na fase "não" amor que quero começar a viver! Isso mesmo, quero não me apaixonar, não me envolver, apenas curtir, beijar a boca e depois ir dormir!

O amor nos tempos do cólera


Sinopse
Florentino Ariza (Javier Bardem), poeta e telegrafista encontra o grande amor da sua vida ao ver Fermina Daza (Giovanna Mezzogiono) na janela da casa do pai dela. Escrevendo cartas apaixonadas, aos poucos Florentino vai conquistando o coração de sua amada, mas o pai da moça fica furioso quando descobre o romance, e jura afastá-los para sempre. Fermina se casa com o sofisticado aristocrata dr. Juvenal Urbino (Benjamin Bratt). Ele a leva embora para Paris por vários anos, e quando eles voltam a morar em Cartagena ela ainda pensa em seu primeiro amor. Florentino também não a esquece. Atualmente um rico proprietário de barcos, Florentino tem muitos casos, mas seu coração ainda bate por Fermina.




15 março, 2008

Sou Branca de Neve sim, e daí?

“Se o príncipe encantado não tivesse aparecido Branca de Neve teria dormido em um caixão de vidro para sempre?
Ou teria acordado, cuspido a maçã, arrumado um emprego, plano de saúde, um bebê no banco de esperma?
Será que dentro de cada solteira segura de si e ambiciosa, há uma princesa frágil e delicada que só quer ser salva?”
Sex and City – 3ª temporada

Ontem assisti mais um DVD da série que eu adoro e depois de um episódio, fiquei pensando sobre este texto falado pela Carrie. Sou também uma princesa frágil que só quer ser salva??
Cheguei a triste conclusão que SIM! Buáááá!

Antes de me “resfatelar” no meu sofá creme aconchegante, com um cacho de uvas imeenso (meu jantar), resolvi ler a mensagem que meu ex-boy-friend (que nunca deveria ter sido boy-friend) mandou pro meu cel e fiquei chocada quando li que ele CANSOU! Isso mesmo, simplesmente cansou de esperar eu reencontrá-lo (com a possibilidade de uma volta – só na cabeça dele, né?). Sei que eu estava cozinhando o moço, mas é sempre bom ter um reserva. Nunca se sabe quando irá precisar. E eu iria precisar justamente ontem... Até liguei, só pra ter certeza que ele havia cansado... E confirmei... Triiiiste! Vc ser jogada fora, só pq não quer a pessoa por inteiro!
E como conheço demais minhas respostas para certos tipos de acontecimentos, até escondi o celular para evitar fazer besteiras, mas...
E o inevitável, aconteceu: voltei a pensar e fiquei pensando naquela pessoa que só me deixa a ver navios.ELE! E aí foi que fiquei mais triste e decepcionada comigo, pq simplesmente, ele me-esquece-e-some. Ele não quer saber de mim, então pq caramba eu ainda penso nele??? Que carência!!
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STOP
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Banho tomado, luz ambiente na sala, suquinho ligth com bastante gelo, uvas e mais uvas e eu, linda e ruiva, assistindo (em plena sexta-feira a noite!) Sex and City para descontrair quando me pego com o texto inicial... Quase resolvo tomar uma(s) dose(s) de minha bebida preferida, só pra chorar minhas mágoas alone em casa.

Passei o início da noite, procurando um “príncipe” para me salvar e os dois, nem me viram, quando passaram em seus cavalos brancos por mim, naquela floresta!

E eu continuo deitada no meu caixão de vidro, esperando ser salva!

03 março, 2008

Findi

Ando meio sem tempo de postar... E em casa, nosso computer está off! Ta uma loucura meu trabalho, muita coisa, mas muita coisa mesmo.

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Assisti ontem: O cheiro do ralo com Selton Mello, mas não gostei do filme não! Lourenço Mutarelli, o autor, viaja e eu (do alto da minha inteligência) não consegui alcançar os pensamentos dele! Sinceramente...

O Cheiro do Ralo
“...Livro que deu origem ao
filme de mesmo nome.
O enredo é sobre um ralo de banheiro e o cheiro da privada. Narra o dia a dia do herói, "que se parece com um cara de um comercial, dono de uma loja de compra e venda de artigos usados, e sua luta contra o simbólico e fedorento cheiro do ralo.
O "Cheiro do Ralo", em síntese, é a história da busca.
O "protagonista" é, de repente, magnetizado por uma característica física de uma das personagens que o deixa completamente obcecado. Essa será sua busca, em síntese, esse será o enredo. O "protagonista" é um homem calvo, beirando os quarenta anos e muito semelhante a um ator de comercial de televisão. Dono de um estabelecimento de compra e venda de artigos usados, diverte-se humilhando os humilhados e ofendendo os ofendidos.”
http://www.devir.com.br/mutarelli/ralo.htm

Melhor filme MOSTRA DE SÃO PAULO
Prêmio da crítica MOSTRA DE SÃO PAULO
Prêmio Especial do Júri Festival do Rio
Prêmio da Crítica Festival do Rio
Entre outros...

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Depois do filme, fui à praia com Beto, Dadal e Ferreira. Que chato ir à praia, num calor de mais de 30º, sem tomar nem um gole de cerveja. Logo eu, que adoromuitocervejagelada! Mas, enfim, quero ficar magra e para isso, preciso passar por este tipo de “provação". E que provação, viu? Sei que fico mais chata do que sou, mas ontem, os meninos me cansaram, bebendo e bebendo sem parar! E haja paradas pra fazer xixi. Cheguei em casa e ainda fui fazer comida para o meu excelentíssimo “marido Oscar”, que quase não come, de tanto que dormiu! Eu mereço... e nem é o que Mariazinha ganhou atrás do beco! Quem manda gostar e cuidar (nesta ordem!).

E a semana começa, prometendo nada além do normal!

27 fevereiro, 2008

Tempo de mudar...

Estou de dieta... Dieta de tudo: comida, bebida, baladas, paixão, T-U-D-O!

1º- Preciso emagrecer. E antes que o “caldo entorne” e não tenha mais retorno para as doenças que irão começar a aparecer tem o lado estético, né? Não tem roupa que fique bem, não tem nada que fique bonitinho numa pessoa gorda... Tem também o meu psicológico, que ta começando a se abalar com todo esse corpo que nunca tive! Enfim, agora serão contagens de calorias, contagens de refeições, contagens de quantidades e mais contagens! E dá-lhe exercício de paciência (que já não tenho!) para eu mesma me agüentar e poder mostrar ao mundo, que apesar das restrições, eu continuarei assim, calma, tranqüila, serena, etc, etc... Hum, hum!
Terei que adotar um mantra tipo assim: Eu sou calma e conseguirei superar esta fase. Eu sou calma e conseguirei superar esta fase.

2º- Preciso esquecê-lo! Daí resolvi seguir conselhos do livro A Arte da Guerra, na minha vida sentimental. Vou procurá-lo e lê-lo novamente (eu perdi dentro do guarda-roupa o pobrecito!). Mas encontrei algumas máximas que são ótimas:
“... o sucesso das operações militares reside na descoberta das intenções do inimigo, e esforço para identificar seus pontos fracos...”
“... um chefe que é capaz deve fingir ser incapaz; se está pronto, deve fingir-se despreparado; se estiver perto do inimigo deve parecer estar longe...”
E tem último conselho, que na verdade foi uma frase lida em algum livro de poesias, mas que encaixa-se com meu momento “diet”:
“Para se ganhar uma guerra, é preciso recuar por um tempo e depois atacar novamente.”
A bem da verdade, resolvi sair de cena. Chega, não adianta dar murro em ponta de faca. Não que eu não goste mais dele, mas... Não vou ficar querendo quem não me quer, né? Vou aproveitar a dieta e desaparecer de circulação de telefonemas, mensagens e afins! Pode ser que lá na frente, eu já nem me lembre mais que ele exista ou quem sabe, nossos caminhos se cruzem novamente e seja tudo de bom!? Meu coração apaixonado hoje, pede a segunda opção, of course!
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Ontem assisti um filme veelho (1995), mas lindo e por incrível que pareça, eu nunca havia assistido: As pontes de Madison com Meryl Streep e Clint Eastwood.

Sinopse: Após a morte de sua mãe, dois irmão se reencontram e, através de cartas, descobrem um caso que sua mãe teve há vários anos com um fotógrafo da National Geographic, quando ambos haviam viajado com o pai. Ao invés de condenarem a mãe, eles tentam entender sua atitude, refletindo sobre os seus próprios casamentos. Indicado ao Oscar de Melhor Atriz, para Meryl Streep.
http://www.cineplayers.com/

Que história de amor linda. Assisti sozinha e não chorei, mas me emocionei demais com a cena que eles se encontram no centro da cidade...
Ando tão romântica!

16 fevereiro, 2008

Ontem dormi na casa dos meus pais... Foi anivers da minha priminha de 2º grau e tive que fazer o social. Não gosto de festinhas de crianças, tirando os docinhos e salgadinhos, acho tudo muito barulhento! Aquelas crianças correndo e dançando, palhaços sem-graça fazendo os adultos ficarem com vergonha, chamando-os para as brincadeiras. Argh! Detesto! Mas enfim, para a da Gabi eu fui, até pq foi na casa da minha avó, não tinha palhaços e o som era quase que ambiente, fique na varanda e quase não ouvia músicas da XUXA e outras da mesma “rede”. Estava morrendo de vontade de me esbaldar nos docinhos e salgadinhos da minha tia Mila (adoro-os!). Foi legal, vi minha outra prima que não via desde a reunião das Pilas lá no apê, vi meu afilhado lindoooo, Nicolas e coloquei as fofocas em dia com minha comadre.

Dormir na casa que um dia foi sua é estranho. A gente não se sente mais parte integrante do ambiente, nada tem a sua cara, o quarto não é mais seu (foi transformado em escritório!). Fiquei ali, no computador do “escritório”, colocando algumas coisas em dia e lembrando que onde hj habita um sofá cama imeenso e chato (derrubei as almofadas que ficam ao lado, umas trocentas vezes quando passava por ele), era a minha cama e onde está o computador, já foi tanta coisa! Fui dormir no quarto da minha irmã ou das minhas irmãs, visto que a caçula está voltando... Não se adaptou a Salvador. Fico me perguntando, como alguém não se adapta a uma cidade como aquela! Só mesmo minha irmã, super-hiper-mega-power sossegada! Deus não dá asas as cobras, pq senão elas viriam sem veneno! Ahhh, eu médica formada como ela, indo morar ali. Tinha gente que iria mandar o BOPE a minha caça!! Kkkkkkkkk!!

Sábadão e eu lisa, lesa e louca pra sair! Só me resta, comer, comer, porque é o melhor para poder crescer!
Vamos assistir filminhos, eu e meu “marido Oscar”, e quem sabe, tomar algumas cervejinhas em casa mesmo (tudo bem ligth!), ele pagando, of course!

07 fevereiro, 2008

Filminhos...

Estamos montando uma dvdêteca no apê, eu e o Beto, então, toda vez que assistir a algum filme que valer a pena, vou postar aqui como dica...
E ai vão 2 dos diversos assistidos no carnaval:

Depois de 11 anos, eu assisti ontem, o filme: Amistad, que foi lançado em 97... Filme de Steven Spielberg, com Morgan Freeman e Anthony Hopkins (envelheceram um cem anos, o cara!). Que filme do caramba de bom!!
Quem "era" alienada como eu, recomendo assistir urgente este filme... Rsrsrs!


Assisti tbém, Desejo e Reparação. MARAVILHOSO!! Recomendo dez vezes...
Pra quem gosta de filme de amor, esse é de encontros e desencontros. E o vestido que a Keira usa, é simplesmente lindo!